Associação Livre

Arquivo para o Mês: May 2008

Papo de Loira

Por Aline Sieiro em 21/05/2008 16:13

Ser loira não é fácil, nunca foi e continua não sendo.

Sou loira ha sete anos agora, da segunda vez, da primeira fiquei uns três anos loira. Meu cabelo natural e castanho claro, mas já tive o cabelo preto azul, castanho escuro, vermelho escuro, vermelho intenso e todos os tons de loiro.

A base do meu cabelo é amarelo alaranjado, então já viu a dificuldade…. Quando jogo a tinta descolorante, o que acontece? Meu cabelo sempre fica loiro alaranjado, e no máximo da descoloração, loiro amarelão. Pra deixar o cabelo loiro platina, loiro acinzentado ou loiro mais branco, só mesmo descolorindo nas luzes. Sim, porque descolorir o cabelo todo ninguém merece, quero ser loira mas com cabelo bom, não com cabelo duro…

Já passei nesses anos por muuitos cabelereiros, e nenhum deles me arranjou uma boa solução. Tipos de tinta então, nem se fale. Já usei Loreal, linha espeical blonde, acinzentado, comecei com ela na verdade. Depois já tentei da Italian Color, não gostei, Majirel então, ficou horrivel nem descoloriu no máximo. A minha última experiencia dessa semana foi com Igora, 12.19. Sempre tinjo com cores acima de 10, porque menos que isso não fica nem loiro. Essa da Igora, gostei da tinta, deixa o cabelo brilhoso e macio, não quebra, mas não descoloriu como eu esperava… Ai estava olhando no site oficial, que existe o 12.111 que é o máximo de cinza. Alguém já usou e sabe onde comprar?

Dividam comigo suas experiencias com o loiro.

Toda mulher, por mais inteligente que seja, tem que ter o seu lado “mulherzinha” :)

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Essas fotos são de quando pintei a raiz, fiz luzes e progressiva. A progressiva clareia um tom, mas as luzes, fica perfeito. O duro é fazer a raiz acompanhar tudo isso nos outros meses, só com tinta…

Pesquisa em Psicologia

Por Aline Sieiro em 21/05/2008 16:01

A pesquisa em Psicologia tem hoje diversas áreas, e nessas áreas diversas abordagens muito diferentes. Falando em áreas, temos a hospitalar/psiquiátrica ou não, clínica, social, escolar e do desenvolvimento humano, de recursos humanos, do esporte, jurídica, da sexualidade e muitas outras que cada dia surgem mais. As mais populares nas universidades costumam ser social, escolar/desenvolvimento humano e clínica. Nas universidades em hospitais ficam as pesquisas na área hospitalar.

Além desse ramo gigantesco de áreas, ainda temos outra divisão, dentro de cada uma delas, quando a abordagem. As três grandes áreas são Cognitivo-Comportamental, Fenomenológica e a Psicanálise. Ainda, dentro de cada uma delas existe outro leque gigante de subdivisões. No caso da Psicanálise, as pesquisas acadêmicas não têm muito tempo, até por certa dificuldade em se fazer pesquisa sobre a clínica. Mas já algum tempo as pesquisas em psicanálise são feitas não só na clínica, como também nas outras áreas, como social, escolar e hospitalar. Na área hospitalar a dificuldade é maior, pois existe uma prevalência da linha Cognitivo-Comportamental, que combina mais com a forma de pesquisar dos médicos.

Em Psicanálise, as duas grandes subdivisões sãos as abordagens de origem Inglesa e Francesa. Quem faz psicanálise inglesa está acostumado com autores como Melanie Klein e Winnicot. Já na Psicanálise Francesa estuda-se Jacques Lacan e os muitos outros que seguiram suas idéias. Freud é comum a todas as linhas psicanalíticas, mas cada um destes autores abriu novos modos de trabalhar a partir daquilo que Freud deixou. Além dessas duas grandes linhas, temos também os Jungianos, que muitos não consideram e nem chamam de psicanálise pela forma como este abriu portas a idéias que misturavam um pouco de religião e coisas místicas. Mas a contribuição dele no começo do estudo da psicanálise é sempre reconhecida.

As pesquisas em Psicanálise Clínica são hoje as mais disputadas nas universidades de SP, mas antes eram as menos requisitadas. Essa mudança ocorreu porque, no começo, a área clinica estava mais preocupada em atender do que em produzir textos, artigos, e com isso as pesquisas ficaram defasadas em relação as outras áreas, social e escolar. Mas há cerca de dez anos a área vem mudando, e produzindo muitos doutores, mestres, e assim artigos e teses, e por isso hoje é muito disputada nas universidades. Porém, para que se faça pesquisa em clinica, é necessário experiência na clinica, como analista. A exigência do tempo varia de universidade para universidade, mas gira em torno de dois anos. Nessa área também se exige muito um conhecimento do autor a ser usado como base para pesquisa, e por isso a seleção para este área costuma ser considerada mais difícil.

Na área de social, a psicanálise costuma desenvolver os trabalhos junto com a filosofia. As pesquisas costumam fazer um diálogo entre um autor psicanalítico e um filósofo, independente do tema. Alias, a presença da filosofia no estudo e na pesquisa em psicanálise está sempre muito presente. Na área social, a idéia de pesquisa é um pouco diferente da clínica, que pensa no singular, pois aqui a idéia é pensar, na sociedade, nos grupos, nos sujeitos como um todo. Exatamente por caminhar junto com a filosofia, também se vê aqui estudos com a metapsicologia, sobre a história da psicanálise, e sobre os movimentos contemporâneos da sociedade, como capitalismo, globalização, entre outros.

Na área escolar e do desenvolvimento humano, os trabalhos tem temas mais amplos, já que a realidade escolar também é muito ampla. Podem ser feitos trabalhos e discussões sobre a escola, sobre os professores, sobre a construção do saber, enfim, muitos são os temas possíveis. O mesmo vale para a área de desenvolvimento humano, que tem projetos da infância, de todas as fases da vida, e com as abordagens de autores desenvolvimentistas, mas também psicanalíticos.

É importante destacar que, na área hospitalar e/ou na linha Cognitivo-Comportamental, é grande ainda o número de pesquisas quantitativas, mas existe uma luta das outras áreas para que isso mude, principalmente da psicanálise clinica, para que as pesquisas sejam qualitativas. Isso porque se defende a idéia de que, o sujeito, sendo único, a e pesquisa também será única. Esse talvez seja um dos grandes desafios da pesquisa em psicanálise clínica. Na área hospitalar também é grande o estudo da psicossomática. A psicossomática tem diversas abordagens, e ai também está presente a psicanálise, mas com outro olhar, diferente do olhar da medicina.

Diante de tanta diversidade, acredito que, antes de escolher um tema de pesquisa e área, é preciso que o aluno escolha a abordagem e o autor que mais combinem com suas características pessoais de estudo.

Estou errada em alguma coisa? Vamos discutir!

Psicanálise e História

Por Aline Sieiro em 15/05/2008 15:25

O que a psicanálise faz é com que a gente revisite ( tá certo?) nossa própria história. Já fazemos isso o tempo todo, durante a vida, contando e recontando, ou ouvindo as histórias que vivemos. O que a psicanálise faz é tentar encontrar um sentido para as histórias, deixar de lado a busca pela verdade do fato, mas sim da verdade de cada um em suas histórias. Não existe a verdade, e sim o que cada um viveu como verdade. Dessa forma, em Psicanálise, a verdade pode ter muitos lados, então pouco importa. O que importa é como o sujeito revive e ressignifica sua história enquanto reconta para si mesmo.

Mas porque tanto passado? Porque muitas pessoas sofrem no presente e não conseguem pensar seu futuro por causa de um passado mal resolvido. Então tentamos dar conta do passado, no presente, no que importa no presente para que o futuro não seja miserável, e sim cheio de possibilidades boas para o sujeito, que ele entenda que não precisa sofrer sempre das mesmas coisas ou errar sempre do mesmo jeito. É possivel fazer diferente. Mas ninguém disse que é fácil…

Dia das mães

Por Aline Sieiro em 14/05/2008 20:36

Já entraram nesse site? Vale muito a pena. A coisa é que todo domingo eles colocam os melhores recebidos, geralmente unidos por um tema. São segredos, que as pessoas mandam em post cards. O dessa semana foi, óbvio, o dia das mães. Esse mexeu comigo. Vai lá, vale a pena.

worthit

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