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	<title>Comments on: As estruturas infantis</title>
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	<description>&#34;O saber não está com o médico e nem com o paciente. Ele surge durante a associação livre&#34;</description>
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		<title>By: Aline Accioly</title>
		<link>http://www.alinesieiro.com.br/2009/08/13/302/#comment-12024</link>
		<dc:creator>Aline Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 18:55:23 +0000</pubDate>
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		<description>Essa é uma questão que ainda gera muita polêmicas. 

Há os que dizem que, uma vez estruturado, não há como mudar o caminho que a criança vai tomar. Há os que defendem que é possível sim mudar o curso de uma possível estruturação, já que, na verdade, a criança só tem semblantes de uma possível estrutura, mas ainda não é definitivo. 

Na minha opinião, acho que não devemos nos determinar tanto assim por nomenclaturas, pois desta forma podemos, desde cedo, cometer o erro de diminuir a criança a diagnósticos. Acredito que se começamos a perceber certos detalhes na criança, que nos levam a pensar em uma possível estrutura psicótica, devemos sim ficar em alerta e tentar mudar o que está em volta dela, e tentar descobrir/entender o porque a criança está se relacionando dessa forma com o mundo. Assim, quem sabe, poderemos tentar mudar a relação que ela possivelmente possa fazer com o mundo a sua volta. 

Para ler mais sobre isso, recomendo os estudos da autora Paula Aulagnier sobre o assunto. Ela tem livros e artigos que tratam exatamente dessa questão. Espero ter ajudado de alguma forma! Obrigada pelo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma questão que ainda gera muita polêmicas. </p>
<p>Há os que dizem que, uma vez estruturado, não há como mudar o caminho que a criança vai tomar. Há os que defendem que é possível sim mudar o curso de uma possível estruturação, já que, na verdade, a criança só tem semblantes de uma possível estrutura, mas ainda não é definitivo. </p>
<p>Na minha opinião, acho que não devemos nos determinar tanto assim por nomenclaturas, pois desta forma podemos, desde cedo, cometer o erro de diminuir a criança a diagnósticos. Acredito que se começamos a perceber certos detalhes na criança, que nos levam a pensar em uma possível estrutura psicótica, devemos sim ficar em alerta e tentar mudar o que está em volta dela, e tentar descobrir/entender o porque a criança está se relacionando dessa forma com o mundo. Assim, quem sabe, poderemos tentar mudar a relação que ela possivelmente possa fazer com o mundo a sua volta. </p>
<p>Para ler mais sobre isso, recomendo os estudos da autora Paula Aulagnier sobre o assunto. Ela tem livros e artigos que tratam exatamente dessa questão. Espero ter ajudado de alguma forma! Obrigada pelo comentário.</p>
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		<title>By: Cenira de mello</title>
		<link>http://www.alinesieiro.com.br/2009/08/13/302/#comment-11902</link>
		<dc:creator>Cenira de mello</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 01:16:36 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!
Gostei muito de tudo aqui:
Tudo me interessa!
Gostaria de saber. Cpmo podem os pais contribuir para com a educação da criança não se extruturar psicótica?
Tem movimentos do pai e da mãe, avo que podem mudar o rumo da evolução?
Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!<br />
Gostei muito de tudo aqui:<br />
Tudo me interessa!<br />
Gostaria de saber. Cpmo podem os pais contribuir para com a educação da criança não se extruturar psicótica?<br />
Tem movimentos do pai e da mãe, avo que podem mudar o rumo da evolução?<br />
Abraço</p>
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